Depois de tanto tempo, tantas brigas, idas e vindas, o amor.
Em 2016 completam 4 anos que eu comecei a amar.
(nota sobre o amor: Amor se esquece.)
Depois de descoberto, o amor se torna um sentimento invisível, imperceptível. É como arroz com feijão, você se alimenta dele todo dia e não percebe, mas se passar uma segunda-feira sem, você surta.
E o mais incrível sobre isso, é que precisamos desse surto de vez em quando.
Precisamos sentir fome.
Precisamos querer matar a pessoa de vez em quando, assim como aqueles finais de semana apáticos e as tardes no video-game. Só assim você presta a devida atenção no momento certo.
Nossa, mas como assim Lucas?? você pirou??
Não, mas percebi ao longo desses 4 anos, que a conquista deve ser constante. O amor está lá, mas você tem que dar uma lustrada nele de vez em quando.
Como um troféu!!
Sim! você leu certo, você tem um puta trabalho pra conquistar e levar pra casa, a glória daquela vitória será sempre lembrada, mas só será mantida se você não deixar empoeirar na sua estante.
Esse troféu pode perder o brilho, ficar fosco, terão momentos em que você vai se perguntar se aquela vitória valeu a pena, ou, se não está na hora de um novo troféu. Todos esses momentos existem.
Mas cada troféu é único. E, mesmo depois de muitos anos, se for bem lustrado, cuidado, zelado e longe de perigos, ainda vai estar brilhando.
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