Plágio amoroso
A amada de Poe, se chamava Ismália,
era mulher de Alphonsus
e vivem hoje os três, incompreendidos
com suas almas tentando formar um par
junto aos anjos do céu
como seus corpos o fazem lá em baixo,
com os vermes
num sepulcro ao pé do mar.
Descobriram do amor, não só os sintomas
mas nessas quedas todas
os hematomas.
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